terça-feira, 19 de junho de 2012

Faça sua Parte



Faça sua parte


Como cada um pode contribuir para evitar a migração de crianças e adolescentes para as ruas

ZEROHORA.COM

No site, assista ao webdocumentário que retrata a luta de quem trabalha para resgatar os meninos de rua da Capital.

CIDADÃOS
- Não dê esmola – A esmola (e isso inclui comida) só contribui para fixar as crianças na rua. Frequentemente, serve para sustentar o consumo de drogas.
- Dê atenção – Em vez de dar bens materiais, você ajudará mais se conversar com as crianças. Em pesquisas, boa parte dos meninos de rua relata: o maior sonho é não causar medo nas pessoas.
- Chame ajuda – Em Porto Alegre, contate o Ação Rua quando vir uma criança em situação de rua: (51) 3289-4994. Os educadores conversam com as crianças e procuram encaminhá-las a programas, mas não as retiram à força da rua.
- Contribua com quem ajuda – Uma boa alternativa é fazer doações aos fundos municipais ou estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente. A contribuição garante que uma parcela do seu imposto de renda seja aplicada em programas sociais. Se os gaúchos doassem 6% do imposto devido aos fundos municipais e estadual, o Estado arrecadaria em torno de R$ 60 milhões para financiar projetos de assistência.
ONDE CONTRIBUIR:
Fundo Estadual da Criança e do Adolescente
- Doações para abatimento do imposto de renda podem ser feitas pelo site www.podcrianca.rs.gov.br ou por depósitos bancários:
- Conta: 03.231350.0-1
- Agência: 0597, do Banrisul
- Quem optar pelo depósito bancário precisa comunicar ao Conselho Estadual a doação feita, informando o nome, CPF ou CNPJ, e o valor doado para garantir a entrega do recibo. A comunicação pode ser feita pelo telefone (51) 3288-6625 ou pelo e-mail cedica@sjdh.rs.gov.br.
FUNDOS MUNICIPAIS
- Busque informações no Conselho Municipal dos Direitos da Criança de seu município
- Na Capital, você pode fazer sua doação a partir do site www.portoalegre.rs.gov.br (clique em “Secretarias”, depois em “Governança”. No canto esquerdo, clique em “Funcriança”)
ORGANIZAÇÕES NÃO-GOVERNAMENTAIS
- Invista em projetos que promovam lazer e cultura nas vilas – A falta de locais adequados para brincar e ocupar o tempo perto de casa é um dos primeiros motivos que impulsionam as crianças para longe.
- Crie pontes para o mercado de trabalho – Projetos de capacitação profissional e de geração de renda para adolescentes e suas famílias são fundamentais para garantir que as famílias transformem sua realidade. Crianças em situação de rua dificilmente concluem o Ensino Médio, mas como costumam desenvolver habilidades de comunicação podem se tornar bons atendentes de telemarketing, por exemplo.
- Amparo às famílias – Desenvolver projetos comunitários que acolham as mães, ensinando-as a dar limites aos filhos e a demonstrar afeto, por exemplo, faz diferença na vida dessas crianças, reforçando os vínculos familiares.
Fonte: Fontes: Ivaldo Gehlen, professor de sociologia da UFRGS e coordenador do Censo de Crianças e Adolescentes em Situação de Rua de Porto Alegre, 2007/2008, Kevin Krieger, ex-presidente da Fasc, Lucas Neiva-Silva, professor de psicologia da Universidade Federal do Rio Grande e pesquisador do Centro de Estudos Psicológicos sobre Meninos e Meninas de Rua da UFRGS, Márcia Herbertz, presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedica), Maria Antonieta da Costa Vieira, socióloga integrante do Fórum Nacional de Estudos sobre a População de Rua.


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